Canto dos pássaros

Publicado: 11 de janeiro de 2014 em Pense nisso

O ser humano costuma limitar as condições e nelas se acomodam, olha tá certo ninguém nasceu em berço de ouro, mas vejam bem , quais era seus sonhos há 5 , 10 anos atrás?
quantos se realizaram, quais metas você alcançou, e a pergunta mais importante. : o quanto você lutou, se sacrificou e correu atrás de verdade pra atingi-las?.
Pois é nós todos planejamos metas todos os dias, “vou fazer tal curso” , “vou comprar isso” , “daqui alguns anos vou ganhar “X” reais!.
Mas não temos foco, essa é a verdade.
Se você se acha velho (a) demais pra realizar sonhos que tinha há 5, 10 anos atrás..
Vai por mim daqui há mais 5 ou 10 anos você se culpará por ter perdido tanto tempo, e verá o quanto pique você realmente tinha,e que não estava tão velho quanto achava, e é sempre essas automutilações que não te deixam seguir em frente.
Mas o segredo é ser feliz, seja lá como for rico, pobre, bem sucedido ou não!
Mas faça o possível para não chegar ao fim da vida se lamentando e se perguntando aonde fiquei parado (a) todo esse tempo?
O ser humano já cansou de provar que não tem limites, se esforce e vá atrás do que quer não ligue para o que os outros vão dizer , o mundo tá cheio de gente parada no tempo dizendo que não vai dar certo, que é impossível, e se transbordam de pessimismo ate o fim de suas vidas,mas o futuro só depende de você, com muita força de vontade e garra você alcança tudo o que quiser, se vai ser fácil? pode ter certeza que não, mas um dia você verá que valeu a pena !.

Para aqueles que leram ate o fim , é apenas um ponto de vista! “Cada um vive da maneira que quer e o importante é ser feliz”!.

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Deficiente faz sexo?

Publicado: 7 de dezembro de 2013 em Dividindo, Saude, sexualidade, Superação

volto ao blog Universo de um Cadeirante refletindo sobre um tabu. Observe rodas de conversa sobre inclusão e você verá que os assuntos passam por tópicos como tratamento médico, adaptações nas instalações da casa, superação de sofrimento, desafios para entrar no mercado de trabalho, educação, medidas governamentais, tecnologias, entre outros. Isso tudo é ótimo e essencial. Mas, e o resto? Paquera? Namoro? Sexo?

Uma cena como essa não pode ser vista como algo inusitado.

Uma cena como essa não pode ser vista como algo inusitado.

Durante o bate-papo informal entre familiares em um almoço de domingo, com a casa cheia, existe uma chance razoável de assuntos amorosos passarem pela mesa, ou por rodinhas isoladas. O tema sempre vem em tom de leveza, uma brincadeira entre tias e sobrinhas, ou avôs e netos. “E os namoradinhos?”, ou “E então, garotão? Paquerando muito?”. As respostas normalmente não são claras. Um sorriso tímido, uma risada e um comentário sobre as batatas ensopadas são o suficiente para desconversar.

Existe um mito muito tênue, mas bem presente, de que essa pergunta para um deficiente não se aplica. O deficiente físico, visual, auditivo e intelectual tem um caminhão de preocupações que precisa ser enfrentado antes de tudo isso. Dependendo da fase de vida, ou do estágio de recuperação, isso é a mais pura verdade. Mas isso não é válido para todo o período de vida de ninguém. A tomada de consciência sobre o próprio corpo e sentidos vem, inevitavelmente, e quando acorda-se pra eles, é necessário encará-los, cuidar deles e explorar as possibilidades que eles trazem.

A pessoa com autonomia, lidando bem com a deficiência, trabalhando, ou estudando, com amigos e morando sozinha, chega ao Monte Everest da inclusão? Isso é como escalar o K2, pelo menos para mim. É uma conquista muito significativa, que merece ser comemorada, mas, dá pra ir mais alto.

Não posso tomar um ponto de vista que não seja o meu, então peço licença (e desculpas) aos deficientes visuais, intelectuais e auditivos. Esse posicionamento será parcial. Por favor, me ajudem a complementá-lo.

O universo dos relacionamentos apresenta inúmeras variáveis, tendo presença forte na vida cotidiana e no inconsciente de todo mundo. É impossível não lidar com isso e homens e mulheres acabam encontrando a sua maneira de responder a essa vivência. O deficiente não pode ficar à margem, mas para que isso aconteça, é necessário que ele se olhe no espelho, o que é bem complicado.

O meu espelho me mostra um magricelo, baixinho, de óculos, sentado em uma cadeira de rodas. Eu levo comigo um acessório que lembra acidente, doença, hospitais, dificuldades e falta de habilidade. Meu corpo é torto e se eu comparar o meu tronco com as pernas, é desproporcional. Para fechar com chave de ouro, relacionamentos e sexo são dinâmicas sociais que começam com algum tipo de atração.

Eu convivo com outras pessoas que têm um porte físico que eu nunca terei, vejo pela televisão os padrões estéticos pelos quais eu passo longe e, se eu me deixar levar, vou acreditar que o que eu sou, não é o suficiente para ninguém.

A cadeira de rodas não é sexy. Mas, e a pessoa que está nela, não pode ser não?

Para lidar com essa possibilidade, o deficiente pode fazer outra pergunta: o que as pessoas percebem primeiro? A pessoa, ou a deficiência? Se for muito complicado encontrar a resposta, podemos trocar o agente ativo: o que você coloca na frente? Quem você é, ou a limitação que você tem?

A produção literária sobre relacionamentos, sexualidade, conquista, paqueras e superações emocionais é bastante vasta. Acho curioso haver pouco material que relacione sexo e deficiência. Esses assuntos não podem ser vistos como incompatíveis. Por que seriam? Os deficientes lidam o tempo todo com compensações, encontram alternativas para muitas atividades, olham para o mundo de outro jeito e se relacionam com o corpo e com os sentidos de maneira diferenciada. São motivos de sobra para que a discussão sobre a sexualidade na vida do deficiente seja, no mínimo, interessante.

Quis falar sobre isso no meu retorno, porque acredito que esse debate é de alta importância. Comentar a vida sentimental e sexual envolve abrir intimidades, expor características que pouca gente conhece (ás vezes, nem você mesmo) e encarar mais de perto quem você realmente é. Para o deficiente, isso é mais do que fundamental. É uma oportunidade sólida de aceitação e autoconhecimento.

O assunto não envolve apenas deficientes. Envolve os parceiros e parceiras, famílias, psicólogos, sexólogos, a comunidade médica, profissionais da saúde mental e fisioterapeutas. A vida sexual do deficiente é para ser levada a sério e precisa ser desenvolvida de maneira saudável, orientada, discutida e vista sem preconceitos.

Eu enxergo o tema como um convite ainda mais amplo. Essa conversa é útil para todas as pessoas que se sentem incomodadas, ou oprimidas pelos padrões de beleza que são expostos diariamente. Essas pessoas podem se unir e questionar os conceitos culturais que temos sobre beleza. Uma alternativa é possível.

12 Motivos para se casar com um Publicitário.

Publicado: 19 de novembro de 2013 em Sugestão

1 – Como para ele a embalagem é importante, vai estar sempre bonito, perfumado e arrumado.

2 – Ele conhece estratégias de marketing pessoal, logo, seus amigos vão aprová-lo e gostar da companhia dele.

3 – A profissão exige que se tenha um conhecimento geral do mundo, logo, ele sempre terá assunto para uma boa conversa.

4 – Publicitário tem que ralar muito para ser alguém na vida… Logo, ele vai trabalhar tanto que só terá tempo de ter olhos para você.

5 – Um filme com ele não será só um filme. Será toda uma análise da fotografia, trilha sonora, efeitos especiais… Uma aula.

Ver comerciais na TV nunca será tão divertido. Com o tempo você aprenderá a ver beleza nessas coisas. Inclusive em guia eleitoral gratuito.

Ele tem contatos no mundo da mídia e dos eventos. Logo, deixe que ele pense nos detalhes da festa de casamento. É sucesso garantido.

8 – Os melhores momentos da vida a dois serão registrados em lindas fotografias em plano médio, americano, principal; além de todas as suas espinhas e olheiras sumirem magicamente no Photoshop.

9 – Os nomes de seus filhos serão escolhidos por significado, combinação com sobrenome, boa sonoridade…

10 – Como boas comunicólogos, adoram se comunicar e fazem isso com esmero. Vão te deixar a par de tudo e a vida delas é um livro aberto.

11 – Têm boa capacidade de negociação. Eles vão negociar fácil com você a viagem do fim de semana, levar as crianças na escola, pagar as contas no banco.

12 – Sua casa será extremamente bonita e organizada. O senso artístico de design estende-se à disposição, cores e modelos de mobília.

 

Eai, gostou? Que tal casar com um? PS: EU SOU PUBLICITÁRIO!

Hemodiálise

Publicado: 2 de novembro de 2013 em Dividindo, Saude

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A hemodiálise é um processo no qual uma máquina limpa e filtra o sangue, fazendo o trabalho que um rim doente não consegue fazer.

Mesmo com os benefícios da hemodiálise, o paciente pode apresentar complicações como hipertensão arterial, anemia severa, descalcificação, desnutrição e hepatite, que podem ser tratadas e controladas a cada sessão de hemodiálise.
Todos os pacientes que fazem hemodiálise devem fazer exames mensais para medir as taxas de ureia, fósforo e ácido úrico; e também exames para verificar o estado dos ossos, a fim de evitar a descalcificação. Esses pacientes também fazem uso de medicamentos antes das sessões (como a heparina, que evita a coagulação sanguínea) e também durante e depois das sessões (como vitaminas do complexo B e vitaminas C, que ajudam a mobilizar os estoques de ferro do organismo). É importante que o paciente faça uso de alguns medicamentos em casa, como carbonato e carbonato de cálcio, que impedem a absorção de fósforo, evitando doenças ósseas.

Na hemodiálise, é usada uma membrana dialisadora, formada por um conjunto de tubos finos, chamados de filtros capilares.
Para realizar a hemodiálise, é necessário fazer passar o sangue pelo filtro capilar. Para isso, é fundamental ter um vaso resistente e suficientemente acessível que permita ser puncionado três vezes por semana com agulhas especiais.

O vaso sangüíneo com essas características é obtido através de uma fístula artéria venosa (FAV).

A FAV é feita por um cirurgião vascular unindo uma veia e uma artéria superficial do braço de modo a permitir um fluxo de sangue superior a 250 ml/minuto.
Esse fluxo de sangue abundante passa pelo filtro capilar durante 4 horas, retirando tudo o que é indesejável. O rim artificial é uma máquina que controla a pressão do filtro, a velocidade e o volume de sangue que passam pelo capilar e o volume e a qualidade do líquido que banha o filtro.

Para realizar uma hemodiálise de bom padrão é necessário uma fístula artério-venosa com bom fluxo, um local com condições hospitalares; maquinaria adequada e assistência médica permanente.

Tendo essas condições, o paciente poderá realizar hemodiálise por muitos anos.
A hemodiálise tem a capacidade de filtração igual ao rim humano, dessa forma, uma hora de hemodiálise equivale a uma hora de funcionamento do rim normal.

A diferença entre a diálise e o rim normal é que na diálise realizamos três sessões de quatro horas, o equivalente a 12 horas semanais. Um rim normal trabalha na limpeza do organismo 24 horas por dia, sete dias da semana, perfazendo um total de 168 horas semanais. Portanto, o tratamento com rim artificial deixa o paciente 156 horas semanais sem filtração (168 -12=156).
Apesar de realizar somente 12 horas semanais de diálise, já está provado que uma pessoa pode viver bem, com boa qualidade de vida e trabalhar sem problemas.
A hemodiálise tem seus riscos como qualquer tipo de tratamento e apresenta complicações que devem ser evitadas como: hipertensão arterial, anemia severa, descalcificação, desnutrição, hepatite, aumento do peso por excesso de água ingerida e complicações das doenças que o paciente é portador.
Por isso, os médicos controlam e tratam os problemas clínicos (edema, pressão alta, tosse, falta de ar, anemia) em cada sessão de hemodiálise.

Uma vez por mês solicitam exames de sangue para ver como estão as taxas de uréia, fósforo e ácido úrico e observam o estado dos ossos para evitar a descalcificação. Orientam a dieta controlando as calorias, o sal e as proteínas para o controle da nutrição.
O número de pacientes que fazem diálise peritoneal é da ordem de 2 a 5 % dos renais crônicos e o restante faz hemodiálise. No Brasil, atualmente, existem 35.000 pacientes fazendo hemodiálise e somente 10% são transplantados anualmente, por isso a lista de espera é muito grande.

Tá na hora mulhereada!

Publicado: 19 de outubro de 2013 em Coselhos da vovó Vegan

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Tá na hora da mulherada se ligar! Não adianta vocês se matarem na academia, deixar de comer besteira, virar uma panicat da vida. Não adianta vocês serem a melhor namorada do mundo, fazer todas as vontades do parceiro. Se o teu namorado quiser te botar chifres, ele vai fazer isso de qualquer jeito! E o pior: a troco de nada.

Sabe por quê? Porque determinados homens nunca estão satisfeitos com o que tem. Eles precisam ver com os próprios olhos que tem outros que valorizam, e que a mulher não tá ali a disposição dele. Se não, já era! ALGUNS homens já nascem com esses instinto… É igual cachorro: você pode dar a ração mais cara, que ainda sim ele vai insistir em fuçar o lixo.

Mas mulherada nem todo homem é igual!

E por falar nisso dando continuidade à coluna “Isso me tira do sério”, a coisa que me tira do sério hoje é: mulher que fala “Homem é tudo igual”. Isso é clichê demais e me tira do sério. Nem um grão de areia é igual ao outro, quanto mais um homem. Homem é diferente sim, mas entendo que é mais fácil colocar a culpa no outro do que reconhecer nossos defeitos.

Quando vocês falam que “homem é tudo igual”, normalmente o dizem quando estão chateadas com alguma coisa. Chateadas, aborrecidas e tristes com uma situação: repetição de comportamento. Certo? Se a coisa tivesse sido diferente, não teria sido igual. O que acontece é que esse comportamento repetido não é culpa toda do homem, já pararam para pensar?
Não sou defensora de homem de jeito nenhum. A classe não precisa de defensores. Sou defensora da mulher que, às vezes por desconhecimento, passa por (mais) uma situação de desilusão. Então vem a explicação: se todo homem que você encontra é igual, será que isso acontece por conta do seu comportamento sempre igual?
Será que se você realmente mudasse, passasse a ir em lugares diferentes ao invés das mesmas boates xiliquentas, a coisa mudaria? Se parasse de ficar sempre com os homens da mesma turma, conheceria estilos novos de homens? Se parasse de fingir indiferença quando aparecem caras legais, daria chance para esses homens diferentes?
Saia com um cara nerd, flerte com um gordinho, passe a mão na barba de um tatuado. Dê chance aos caras legais. De nada adianta reclamar que homens são todos iguais quando o seu comportamento é sempre o mesmo. É a mesma coisa que reclamar do gás da água e só pedir água gasosa.

Mulherada, existem homens e homens, o homem quando não presta, ele realmente não presta, você não vai mudá-lo, não pense que um grande amor vai fazê-lo se tornar santo, não irá! Isso até pode acontecer ilusoriamente no começo, depois ele será o que está em sua essência, o que é o seu instinto, será ele.

Mas existem homens legais, fieis, sincero e que buscam um relacionamento sério, duradouro e verdadeiro, existem caras românticos, que valorizam as mulheres de verdade, basta observar melhor, como eu disse é que nem cachorro existem os vira-latas e os de pedigree, basta você escolher.

Mulherada a vovó sabe o que diz!

 

 

NEM DOEU

Publicado: 13 de setembro de 2013 em Experiencias, Superação, vida
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“Nos dias de hoje, cada vez mais, acentua-se a necessidade de ser forte. Mas não há uma fórmula mágica que nos faça chegar à força sem que antes tenhamos provado a fraqueza.”

E disse em tom de descaso para si mesmo: “nem doeu…” como fazia quando era criança em dia de vacinação, na tentativa de impressionar as pessoas da fila. Não queria demonstrar fraqueza e preferiu acreditar que a dor de hoje seria uma espécie de vacina que o deixaria mais forte para o amanhã. E de tanto esconder os sentimentos, foi ficando imune a felicidade. Livre de sorrisos, suspiros ou de qualquer outra coisa que pudesse acabar. Tudo que tinha agora era concretude de uma dor que conseguia se esconder de todos, menos de si mesmo. Aquela mesma dor que mesmo sem ninguém perguntar, fez questão de dizer “nem doeu”. Esse sou eu! Prazer Rafael Barreto Freitas.

SOBRE AMOR E CONFIANÇA

Publicado: 13 de setembro de 2013 em amor, vida
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“O amor, para durar, tem de ser também confiança, também estima. Isto é, deve adquirir algumas das propriedades da amizade”.

 

Amar sem confiar é como ler e não refletir, comer e não digerir, voar com os pés no chão, existir e não viver. É como estar ao mesmo tempo com um pé no céu e o outro no inferno, como se atirar em um abismo sem paraquedas, portar uma arma sem munição, correr quando o que se quer é ficar parado e parar quando correr é necessário . O que difere o amor da confiança, é que o amor acontece e a confiança se conquista. O amor até pode ser conquistado, mas a confiança não “acontece” de uma hora para outra. O amor demora para ser esquecido, a confiança se perde em segundos. E tanta coisa se perde quando o amor e a confiança se desencontram… Perde-se o tempo, perde-se a crença, perde-se a chance, mas o sonho permanece, talvez um pouco modificado, talvez amadurecido a tal ponto que chega a ser confundido com a realidade, mas ele continua lá, em algum lugar entre a vontade de amar e a confiança de que dias melhores virão.