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Porque muitas mulheres perdem o interesse sexual durante o casamento ?
Vamos lá…
Sexo para nós homens é mais uma necessidade física do que para as mulheres. Sexo para mulher, não é só penetração! Tira, bota, tira, bota, tira, bota,….
É muito difícil uma mulher perder o apetite sexual, inclusive na terceira idade (claro, que nesse caso o apetite é menor). Oque ocorre na realidade, é que como falei, sexo para uma mulher, não pode e nem deve ser uma coisa mecânica, onde o homem chega em casa, troca de roupa, janta, assiste um pouco de televisão, larga o prato em cima da mesa, escova os dentes, assiste mais um pouco de televisão e quando vão para cama, ele simplesmente começa a passar a mão nela e vamos que vamos. Com o tempo, é mais ou menos assim que acontece.

Infelizmente nós homens temos o pensamento idiota e errado de que “casei e agora não preciso mais conquistar a mulher!”.
Realmente é errado e idiota pensar assim pois o casamento é uma conquista diária.
Acho engraçado que alguns homens perdem:
30 minutos lendo o jornal
2,3 horas lavando o carro
2 horas assistindo futebol
4,5 horas tomando chopinho com os amigos,
Incontáveis horas na internet e etc, etc, etc, etc,. e não fazem questão nenhuma de perder “alguns minutos”, por exemplo passando em uma floricultura para comprar flores para a esposa (normalmente, somente no aniversário, mesmo assim quando compra!).
Vamos perder horas com os amigos no chopinho mas não com a esposa em um teatro, em um cinema em chopinho com ela mesmo. Vamos perder tempo somente com o futebol, mas namorar no tapete da sala nããããão! Digo namorar mesmo, com beijos e abraços, juras, elogios, músicas, flores, etc. Mas não.
“Pô, é a decisão do campeonato”,”Pô, vou perder o clássico?”

A mulher perde o interesse, porque o homem faz com que ela perca esse interesse. O homem acha que somente ele tem problemas. Somente ele tem o direito de se distrair pois ele trabalha fora.
A Mulher perde o interesse, porque com o tempo, o homem faz com que essa mulher sinta que ela deixou de ser um prêmio a ser conquistado e tornou-se uma pessoa qualquer.

Dê mais atenção ao que é seu vacilão
Dê flores, atenção, carinho, compreensão, amor, ajude-a em suas tarefas, dedique-se mais a ela.
Faça ela se sentir linda e desejada, importante e amada,
Faça com ela,coisas diferentes em lugares diferentes. Usa a criatividade porraaaaa. Saia dessa mesmice e mude. Tome uma atitude de Homem e não de muleque que acha que só porque esta casado pode fazer o que quiser, da forma que quiser e quando quiser

Exemplos a não ser, e ser seguidos:

Ela diz: “Amor, vamos sair para dançar?”
Ele diz: “Vamos sim claro!”
Ela troca de roupas, se perfuma, se enfeita e
Ele diz: “Pô, essa saia não está muito curta não? Precisava se emperequetar tanto? Só para chamar atenção!”
quando na realidade deve ser:

Ela diz: “Amor, vamos sair para dançar?”
Ele diz: “Vamos sim claro!”
Ela troca de roupas, se perfuma, se enfeita e
Ele diz: “Adoro quando você coloca essa saia,! Você fica sexy com ela! Adorei esse batom! Meus amigos vão morrer de inveja!”

Claro, que se fazes isso com a sua esposa e mesmo assim não existe mais interesse da parte dela, aí acho que o caso é mesmo sentimental. Ou quem sabe tu nunca vai saber, pois durante o auge da relação você não demonstrou interesse, muito menos alimentou esse sentimento e talvez agora seja tarde demais…
Ou não.

Gente conversando com algumas amigas e as observando, percebi alguma expressões que elas usam, resolvi listar 11, ai vai. O que acham?!

1 – “Certo”: Esta é a palavra que as mulheres usam para encerrar uma discussão quando elas estão certas e você precisa se calar.

2 – “5 minutos”: Se ela está se arrumando significa meia hora. “5 minutos” só são cinco minutos se esse for o prazo que ela te deu para ver o futebol antes de ajudar nas tarefas domésticas.

3 – “Nada”: Esta é a calmaria antes da tempestade. Significa que ALGO está acontecendo e que você deve ficar atento. Discussões que começam em “Nada” normalmente terminam em “Certo”.

4 – “Você é que sabe”: É um desafio, não uma permissão. Ela está te desafiando, e nessa hora você tem que saber o que ela quer…e não diga que também não sabe!

5 – Suspiro ALTO: Não é realmente uma palavra, é uma declaração não-verbal que frequentemente confunde os homens. Um suspiro alto significa que ela pensa que você é um idiota e que ela está imaginando porque ela está perdendo tempo parada ali discutindo com você sobre “Nada”.

6 – “Tudo bem”: Uma das mais perigosas expressões ditas por uma mulher. “Tudo bem” significa que ela quer pensar muito bem antes de decidir como e quando você vai pagar por sua mancada.

7 – “Obrigada”: Uma mulher está agradecendo, não questione, nem desmaie. Apenas diga “por nada”. (Uma colocação pessoal: é verdade, a menos que ela diga “MUITO obrigada” – isso é PURO SARCASMO e ela não está agradecendo por coisa nenhuma. Nesse caso, NÂO diga “por nada”. Isso apenas provocará o “Esquece”).

8 – “Esquece”: É uma mulher dizendo “FODA-SE !!”

9 – “Deixa pra lá, EU resolvo”: Outra expressão perigosa, significando que uma mulher disse várias vezes para um homem fazer algo, mas agora está fazendo ela mesma.. Isso resultará no homem perguntando “o que aconteceu?”. Para a resposta da mulher, consulte o item 3.

10 – “Precisamos conversar !”: Você está a 30 segundos de levar um pé na bunda.

11 – “Sabe, eu estive pensando…”: Esta expressão até parece inofensiva, mas usualmente precede os Quatro Cavaleiros do Apocalipse.

Deficiente faz sexo?

Publicado: 7 de dezembro de 2013 em Dividindo, Saude, sexualidade, Superação

volto ao blog Universo de um Cadeirante refletindo sobre um tabu. Observe rodas de conversa sobre inclusão e você verá que os assuntos passam por tópicos como tratamento médico, adaptações nas instalações da casa, superação de sofrimento, desafios para entrar no mercado de trabalho, educação, medidas governamentais, tecnologias, entre outros. Isso tudo é ótimo e essencial. Mas, e o resto? Paquera? Namoro? Sexo?

Uma cena como essa não pode ser vista como algo inusitado.

Uma cena como essa não pode ser vista como algo inusitado.

Durante o bate-papo informal entre familiares em um almoço de domingo, com a casa cheia, existe uma chance razoável de assuntos amorosos passarem pela mesa, ou por rodinhas isoladas. O tema sempre vem em tom de leveza, uma brincadeira entre tias e sobrinhas, ou avôs e netos. “E os namoradinhos?”, ou “E então, garotão? Paquerando muito?”. As respostas normalmente não são claras. Um sorriso tímido, uma risada e um comentário sobre as batatas ensopadas são o suficiente para desconversar.

Existe um mito muito tênue, mas bem presente, de que essa pergunta para um deficiente não se aplica. O deficiente físico, visual, auditivo e intelectual tem um caminhão de preocupações que precisa ser enfrentado antes de tudo isso. Dependendo da fase de vida, ou do estágio de recuperação, isso é a mais pura verdade. Mas isso não é válido para todo o período de vida de ninguém. A tomada de consciência sobre o próprio corpo e sentidos vem, inevitavelmente, e quando acorda-se pra eles, é necessário encará-los, cuidar deles e explorar as possibilidades que eles trazem.

A pessoa com autonomia, lidando bem com a deficiência, trabalhando, ou estudando, com amigos e morando sozinha, chega ao Monte Everest da inclusão? Isso é como escalar o K2, pelo menos para mim. É uma conquista muito significativa, que merece ser comemorada, mas, dá pra ir mais alto.

Não posso tomar um ponto de vista que não seja o meu, então peço licença (e desculpas) aos deficientes visuais, intelectuais e auditivos. Esse posicionamento será parcial. Por favor, me ajudem a complementá-lo.

O universo dos relacionamentos apresenta inúmeras variáveis, tendo presença forte na vida cotidiana e no inconsciente de todo mundo. É impossível não lidar com isso e homens e mulheres acabam encontrando a sua maneira de responder a essa vivência. O deficiente não pode ficar à margem, mas para que isso aconteça, é necessário que ele se olhe no espelho, o que é bem complicado.

O meu espelho me mostra um magricelo, baixinho, de óculos, sentado em uma cadeira de rodas. Eu levo comigo um acessório que lembra acidente, doença, hospitais, dificuldades e falta de habilidade. Meu corpo é torto e se eu comparar o meu tronco com as pernas, é desproporcional. Para fechar com chave de ouro, relacionamentos e sexo são dinâmicas sociais que começam com algum tipo de atração.

Eu convivo com outras pessoas que têm um porte físico que eu nunca terei, vejo pela televisão os padrões estéticos pelos quais eu passo longe e, se eu me deixar levar, vou acreditar que o que eu sou, não é o suficiente para ninguém.

A cadeira de rodas não é sexy. Mas, e a pessoa que está nela, não pode ser não?

Para lidar com essa possibilidade, o deficiente pode fazer outra pergunta: o que as pessoas percebem primeiro? A pessoa, ou a deficiência? Se for muito complicado encontrar a resposta, podemos trocar o agente ativo: o que você coloca na frente? Quem você é, ou a limitação que você tem?

A produção literária sobre relacionamentos, sexualidade, conquista, paqueras e superações emocionais é bastante vasta. Acho curioso haver pouco material que relacione sexo e deficiência. Esses assuntos não podem ser vistos como incompatíveis. Por que seriam? Os deficientes lidam o tempo todo com compensações, encontram alternativas para muitas atividades, olham para o mundo de outro jeito e se relacionam com o corpo e com os sentidos de maneira diferenciada. São motivos de sobra para que a discussão sobre a sexualidade na vida do deficiente seja, no mínimo, interessante.

Quis falar sobre isso no meu retorno, porque acredito que esse debate é de alta importância. Comentar a vida sentimental e sexual envolve abrir intimidades, expor características que pouca gente conhece (ás vezes, nem você mesmo) e encarar mais de perto quem você realmente é. Para o deficiente, isso é mais do que fundamental. É uma oportunidade sólida de aceitação e autoconhecimento.

O assunto não envolve apenas deficientes. Envolve os parceiros e parceiras, famílias, psicólogos, sexólogos, a comunidade médica, profissionais da saúde mental e fisioterapeutas. A vida sexual do deficiente é para ser levada a sério e precisa ser desenvolvida de maneira saudável, orientada, discutida e vista sem preconceitos.

Eu enxergo o tema como um convite ainda mais amplo. Essa conversa é útil para todas as pessoas que se sentem incomodadas, ou oprimidas pelos padrões de beleza que são expostos diariamente. Essas pessoas podem se unir e questionar os conceitos culturais que temos sobre beleza. Uma alternativa é possível.

Hemodiálise

Publicado: 2 de novembro de 2013 em Dividindo, Saude

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A hemodiálise é um processo no qual uma máquina limpa e filtra o sangue, fazendo o trabalho que um rim doente não consegue fazer.

Mesmo com os benefícios da hemodiálise, o paciente pode apresentar complicações como hipertensão arterial, anemia severa, descalcificação, desnutrição e hepatite, que podem ser tratadas e controladas a cada sessão de hemodiálise.
Todos os pacientes que fazem hemodiálise devem fazer exames mensais para medir as taxas de ureia, fósforo e ácido úrico; e também exames para verificar o estado dos ossos, a fim de evitar a descalcificação. Esses pacientes também fazem uso de medicamentos antes das sessões (como a heparina, que evita a coagulação sanguínea) e também durante e depois das sessões (como vitaminas do complexo B e vitaminas C, que ajudam a mobilizar os estoques de ferro do organismo). É importante que o paciente faça uso de alguns medicamentos em casa, como carbonato e carbonato de cálcio, que impedem a absorção de fósforo, evitando doenças ósseas.

Na hemodiálise, é usada uma membrana dialisadora, formada por um conjunto de tubos finos, chamados de filtros capilares.
Para realizar a hemodiálise, é necessário fazer passar o sangue pelo filtro capilar. Para isso, é fundamental ter um vaso resistente e suficientemente acessível que permita ser puncionado três vezes por semana com agulhas especiais.

O vaso sangüíneo com essas características é obtido através de uma fístula artéria venosa (FAV).

A FAV é feita por um cirurgião vascular unindo uma veia e uma artéria superficial do braço de modo a permitir um fluxo de sangue superior a 250 ml/minuto.
Esse fluxo de sangue abundante passa pelo filtro capilar durante 4 horas, retirando tudo o que é indesejável. O rim artificial é uma máquina que controla a pressão do filtro, a velocidade e o volume de sangue que passam pelo capilar e o volume e a qualidade do líquido que banha o filtro.

Para realizar uma hemodiálise de bom padrão é necessário uma fístula artério-venosa com bom fluxo, um local com condições hospitalares; maquinaria adequada e assistência médica permanente.

Tendo essas condições, o paciente poderá realizar hemodiálise por muitos anos.
A hemodiálise tem a capacidade de filtração igual ao rim humano, dessa forma, uma hora de hemodiálise equivale a uma hora de funcionamento do rim normal.

A diferença entre a diálise e o rim normal é que na diálise realizamos três sessões de quatro horas, o equivalente a 12 horas semanais. Um rim normal trabalha na limpeza do organismo 24 horas por dia, sete dias da semana, perfazendo um total de 168 horas semanais. Portanto, o tratamento com rim artificial deixa o paciente 156 horas semanais sem filtração (168 -12=156).
Apesar de realizar somente 12 horas semanais de diálise, já está provado que uma pessoa pode viver bem, com boa qualidade de vida e trabalhar sem problemas.
A hemodiálise tem seus riscos como qualquer tipo de tratamento e apresenta complicações que devem ser evitadas como: hipertensão arterial, anemia severa, descalcificação, desnutrição, hepatite, aumento do peso por excesso de água ingerida e complicações das doenças que o paciente é portador.
Por isso, os médicos controlam e tratam os problemas clínicos (edema, pressão alta, tosse, falta de ar, anemia) em cada sessão de hemodiálise.

Uma vez por mês solicitam exames de sangue para ver como estão as taxas de uréia, fósforo e ácido úrico e observam o estado dos ossos para evitar a descalcificação. Orientam a dieta controlando as calorias, o sal e as proteínas para o controle da nutrição.
O número de pacientes que fazem diálise peritoneal é da ordem de 2 a 5 % dos renais crônicos e o restante faz hemodiálise. No Brasil, atualmente, existem 35.000 pacientes fazendo hemodiálise e somente 10% são transplantados anualmente, por isso a lista de espera é muito grande.

O nascimento de um pai

Publicado: 13 de agosto de 2013 em amor, Dividindo
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Os pais modernos estão tentando, ao máximo, se adaptar à nova realidade

Gente no último domingo foi dia dos pais e eu não tive tempo de postar nada em alusão a data então ai vai:

O nascimento de um filho é como um tsunami que chega com tudo e vira a nossa vida de ponta-cabeça.  “Nasce um bebê, nasce uma mãe” é a frase comumente repetida, mas não podemos nos esquecer que nasce também um pai, um novo marido/companheiro, um novo casamento, uma nova rotina e ainda a necessidade de repensar nossas verdades e reforçar valores.

As, mulheres, abrigam o bebê no ventre, amamentam, desenvolvem naturalmente a relação visceral com a cria. Talvez por isso, inconscientemente, tendem a achar que são mais “donas” dos bebês do que os pais, que precisam conquistar essa relação.

Tendem a ter  até uma certa crueldade na cobrança que fazem aos companheiros. Por um lado, querem que eles participem, sejam ativos, compartilhem de todas as angústias, sejam compreensivos e parceiros. Mas também esperam que sejam perfeitos nesse comportamento –dentro da  concepção delas de perfeição–, sem compreender que a natureza masculina é diferente da feminina.

Imaginar como a vida dos pais também se transforma com a chegada de um bebê é um exercício que mulheres poderiam  começar a fazer.

Reclamam que não sabemos onde fica o termômetro. Reclamam porque compramos tudo errado no supermercado. Reclamam porque , quando pedem alguma coisa, querem aquilo na mesma hora e não dez minutos depois. Mulheres tem que entender que elas pensão com mais agilidade do que homem, mulher é mais multi-funções do que o homem. A sensação é que eles acham que homem nunca faz nada certo.

Adoro uma esquete do espetáculo “Grávido” chamada “Office Boy”, em que o pai corre pra lá e pra cá, fazendo tudo o que a mãe ordena, logo após o nascimento do filho, e nada do que ele faz é suficiente.

Quando ele acerta, a mulher diz que ele não fez mais do que a obrigação. Ou então, quando o marido aparece pra atendê-la, ela responde: “não precisa mais, agora eu já fiz”. Muitas vezes, os homens querem e gostam de fazer as coisas –só que do jeito deles.

Temos de encontrar uma forma de a mulher e o homem darem valor ao simples fato de compartilhar a vida dos filhos, sem a cobrança de que existe um único modelo a seguir. Não se trata de uma bandeira em defesa do sexo masculino, apenas estou tentando trazer uma discussão sobre as relações normais e saudáveis, de casais que se amam e se respeitam.

Não podemos nos esquecer que os pais desta geração estão vivenciando um movimento importantíssimo de mudança no comportamento familiar, o que é ótimo e necessário na nossa atual sociedade. Mas, ao mesmo tempo, eles têm a grande desvantagem de, em sua maioria, terem crescido com modelos muito diferentes dentro de casa.

Seus pais sequer diziam “eu te amo” a um filho, muito menos dividiam tarefas domésticas com suas mulheres. Ou seja, os pais modernos estão tentando, ao máximo, se adaptar à nova realidade, mas não têm referências.  Como fazer? O que é certo? O que as mulheres e a sociedade efetivamente esperam deles?

O que observo é que, até hoje, os homens foram menos preparados para serem pais do que as mulheres para serem mães. Nem sempre é fácil, não vou mentir, porque a carga sobre as mães é enorme, mas cabe a ambos terem um pouco de paciência e compreensão também.

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Absorvente deve incomodar pra caralho, sutiã deve apertar, elas sangram por 7 dias, tem cólica e TPM, quando perdem a virgindade devem sentir muita dor, se equilibram num salto agulha de 15 cm pra ficarem mais bonitas para nós. Em todo os lugares tem ”AMIGAS FALSAS” se ficam com muitos homens as chamam de vadia, se não ficam as chamam de sozinhas, elas tem que se preocupar com o corpo e cabelo, quase enfiam um lápis dentro do olho só pra ficarem bonitas para nós homens, tem que lidar com as criticas das outras mulheres em relação as roupas delas, sapatos ou bolsas. As mulheres tem que carregar durante 9 meses um bebê dentro delas, passam por enjoos e sofrem as dores do parto, dão a luz a uma nova vida e aí vem um IDIOTA e fala que elas são do ”SEXO FRÁGIL.” Mulher é mesmo interessante né? Mesmo brava é linda, mesmo alegre chora, mesmo tímida comemora, mesmo apaixonada ignora, mesmo frágil é poderosa!

Infelizmente EU!

Publicado: 24 de março de 2013 em Dividindo

Ás vezes me odeio por ser assim tão negligente … Você vai dizer: “mas se eu fosse especial, seria diferente”, mas acredite: você é! A verdade é que eu sou ruim pra todos, Não que eu seja ruim, no intuito de ser ruim, Sou ruim por não ser bom o suficiente. Talvez eu seja apenas egoísta, Se bem, que eu também me esqueço com uma certa frequência. Acho que sou ruim pra todo mundo, inclusive pra mim.